O agressor logo após ser preso: ele esteve perto de Bolsonaro meses antes do atentadoNo rastro de Adélio
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O agressor logo após ser preso: ele esteve perto de Bolsonaro meses antes do atentadoNesta quinta-feira, 20, a Polícia Federal entregou à Justiça a primeira parte das investigações sobre o atentado que quase matou Jair Bolsonaro. Os policiais pediram mais 15 dias para concluir o trabalho. Nesse primeiro inquérito, eles irão se debruçar sobre o crime cometido na véspera do feriado da Independência contra o candidato do PSL. Só sobre o crime. A ideia é focar na conduta de Adélio Bispo de Oliveira naquele dia. Tudo caminha para uma conclusão conservadora: eles devem...
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Polarizada entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, a disputa presidencial mais renhida de todos os tempos se transformou, já na campanha de primeiro turno, em duelo entre petismo e antipetismo. No meio do tiroteio, há um país a ser recuperado de uma situação lamentávelEm uma das últimas conversas que tiveram na cela na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula cumpre prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente foi claro na missão a ser cumprida por Fernando Haddad: “Em 2012 eu precisava de um candidato com a cara do PSDB para ganhar em São Paulo. Você cumpriu. Em 2018, para ganhar no Brasil, preciso de um candidato com a cara do PT. Quero o confronto”. No contrato informal selado entre os dois estava o combate intransigente à Lava Jato, a defesa de uma política econômica menos liberal e mais intervencionista e, claro, a devoção suprema ao próprio Lula. Haddad deixaria o encontro transformado. Ali saía de cena o petista moderado, que antes via com ressalvas os métodos usados pelo PT para conduzir a economia e defendia que os companheiros fizessem uma autocrítica depois dos escândalos que marcaram a passagem do partido pelo governo federal. Vestindo a nova máscara, a de substituto de Lula na corrida presidencial, Fernando Haddad assumia um novo personagem: adepto do populismo econômico, agressivo e leniente em relação ao mensalão e ao petrolão. A missão que Lula acabara de lhe dar era clara: eleger-se presidente da República e, então, conduzir com mão de ferro o processo de enfraquecimento da maior operação anticorrupção da história do país.Leia mais
A Polícia Federal encontrou pistas que aumentam ainda mais o mistério em torno do agressor de Jair Bolsonaro. Transações bancárias estranhas, um possível elo com a facção criminosa PCC e uma constatação: antes do atentado em Juiz de Fora, ele foi a outro evento do presidenciávelNesta quinta-feira, 20, a Polícia Federal entregou à Justiça a primeira parte das investigações sobre o atentado que quase matou Jair Bolsonaro. Os policiais pediram mais 15 dias para concluir o trabalho. Nesse primeiro inquérito, eles irão se debruçar sobre o crime cometido na véspera do feriado da Independência contra o candidato do PSL. Só sobre o crime. A ideia é focar na conduta de Adélio Bispo de Oliveira naquele dia. Tudo caminha para uma conclusão conservadora: eles devem dizer que, em Juiz de Fora, Adélio agiu por conta própria e não contou com a ajuda de terceiros. A parte mais interessante da investigação, porém, estará em um segundo inquérito, a ser concluído mais adiante. É nele que os investigadores reunirão -- e tentarão elucidar -- os pontos obscuros que têm surgido ao longo da apuração. Não são poucos.Leia mais
O consórcio da corrupção instalado no Ministério do Trabalho dá a dimensão da ousadia de seus líderes. Em tempos de Lava Jato, eles preferiam o risco da prisão a deixar de roubar. E o pior: o Planalto avalizava a farraEm um país de 13 milhões de desempregados, a combinação entre o velho fisiologismo e a burocracia caótica transformou o Ministério do Trabalho em uma máquina de fazer dinheiro. Dentro dela, sindicatos que teoricamente deveriam servir aos interesses de trabalhadores viraram braços para políticos praticarem desvios multimilionários e engordarem, assim, os próprios bolsos e suas estruturas partidárias. As engrenagens dessa máquina foram escancaradas pela Polícia Federal em uma investigação iniciada há mais de um ano. Na última terça-feira, a Operação Registro Espúrio foi a campo com sua quarta fase ostensiva. As provas reunidas até agora mostram que nada mudou na Esplanada dos Ministérios, apesar de a Operação Lava Jato estar há quatro anos colhendo políticos metidos em desvios. O retrato que emerge da operação é desolador. O governo Temer seguiu a cartilha dos governos do PT e loteou o ministério. Saiu o PDT, entraram o PTB e o Solidariedade. Com a caneta na mão, ambos partiram para aquele que ainda parece ser o objetivo maior dos partidos que se digladiam por cargos relevantes: arrecadar.Leia mais
Investigadores graduados da Polícia Federal trabalham com a hipótese de que as duas dezenas de relógios de luxo apreendidas no avião do filho do ditador da Guiné Equatorial seriam vendidas por intermediários no mercado paralelo e, em seguida, o dinheiro apurado teria como destino a campanha eleitoral brasileira. Estima-se que, somados, os relógios valham cerca de 15 milhões de reais. É conhecida a relação da família Obiang com empreiteiras do Brasil – e com políticos daqui que as ajudaram a conquistar contratos na Guiné. Dada a dificuldade de transferir valores vultosos sem deixar rastros nestes tempos de Lava Jato, os relógios seriam, na visão dos policiais que sustentam a hipótese, uma forma alternativa de fazer chegar a contribuição. A investigação está em curso.Leia mais
Não é de Ciro Gomes nem de seus conselheiros políticos a ideia de tirar o nome dos brasileiros da lista de devedores do Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC. Transformada na principal bandeira do pedetista na corrida presidencial, a proposta chegou como sugestão de um simpatizante. Foi enviada pela internet, antes da convenção do PDT em que Ciro foi oficializado candidato. Ele gostou da ideia e pediu para seus assessores bolarem uma forma de viabilizar o projeto.Leia mais
Após a derrota de Lula no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, o PT se prepara para mais uma batalha na corte. Desta vez, em torno do registro de candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado por Minas Gerais. Um recurso questiona se a rejeição das contas da petista pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, valeria como decisão colegiada e, portanto, a enquadraria na Lei da Ficha Limpa. Os advogados do partido sustentam que não, uma vez que o Congresso não referendou a decisão do tribunal. Mas há ministros no TSE que pensam o contrário. A expectativa é de que o julgamento ocorra na próxima semana.Leia mais
Depois da Lava Jato, as empresas do grupo Odebrecht anunciaram ter redobrado os cuidados na área de compliance. Mas, internamente, funcionários se queixam de que o setor só tem servido para fiscalizar pequenos deslizes, além de casos de machismo e homofobia. Denúncias que envolvem altos executivos estariam sendo engavetadas. Um episódio ilustrativo envolve um diretor da Braskem, braço petroquímico do grupo, que aprovou transferências de algumas dezenas de milhões de reais para a Odebrecht. Por ser casado com uma acionista da empresa que recebeu os recursos, ele foi denunciado ao compliance -- pela ligação familiar, teoricamente os repasses estariam em desacordo com as normas internas. A denúncia, porém, não andou. Os funcionários que se queixam da suposta seletividade fazem coro às críticas de Marcelo Odebrecht, que há algum tempo está em conflito com o pai, Emilio, e a atual cúpula da empresa. Repetindo palavras usadas por Marcelo em mensagem enviada recentemente a executivos, eles dizem que, apesar da Lava Jato, a companhia tem funcionado como uma "corte de amigos do rei".Leia mais
Dono de um patrimônio declarado de quase meio bilhão de reais, o maior entre todos os presidenciáveis, João Amoêdo deixou seu último emprego em dezembro do ano passado para se dedicar à campanha. Ele integrava o conselho de administração da construtora fluminense João Fortes. Amoêdo abriu mão de salários que somavam 4,5 milhões de reais por ano – ou 375 mil por mês. Seu contrato previa ainda um bônus de até 2 milhões de reais. Apesar da fortuna, o candidato do Partido Novo tem mantido a mão bem fechada na campanha. Até agora, ele doou parcos 100 mil reais ao próprio comitê. As doações, em sua maioria, têm origem em outras fontes. No total, o Novo já arrecadou 2,7 milhões de reais para a corrida presidencial.Leia mais
O advogado Frederico Haddad, filho do candidato do PT à Presidência, trabalha em uma das principais bancas que atuam no Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, responsável por fiscalizar abusos de poder cometidos pelo setor privado. O escritório é chefiado por Vinícius Marques de Carvalho, que dirigiu o Cade durante o governo Dilma Rousseff. Carvalho trabalhou antes com um deputado do PT de São Paulo que viria a ser secretário municipal de Haddad. Entre os clientes da banca, estão gigantes como Ambev, Cosan e Suzano Papel e Celulose. Frederico, a exemplo do pai, se formou em direito na USP.Leia mais

Entendi. Vão culpar o PCC e vai ficar elas por elas, como tudo nesse país, político nenhum está envolvido. Entendi.
Nos Estados Unidos, o advogado que decide defender criminoso deve comprovar que a origem do pagamento de honorários pelo seu cliente é lícito. Caso contrário é acusado de ser cúmplice também.
Matéria muito bem feita! Parabéns ao jornalista.
A esquerda é canalha, praticante do mal e do homicídio. É óbvio que existe tramóia para execução de Bolsonaro. Vão chegar lá?
aguardamos os próximos capítulos.
Ops! Essa matéria está muito boa!
duvido que Adélio seja um lobo solitário. Podem investigar com cuidado porque tem muito caroço nesse angu.